Marcela tinha medo do escuro. E se nunca mais clareasse? Com um grande ponto de interrogação na testa, ela custava a adormecer.
Enquanto não dormia, olhava pela janela de seu quarto. Cada estrela que via era um suspiro de alívio que dava. Por causa delas, a noite não era de todo escura.
E assim seguia Marcela: pensando, se aliviando e filosofando sobre a importância da luz. Em meio a tudo isso, os olhos começavam a pesar, peesar, peeesar, até que o sono a abraçava e ela nem sentia.
No dia seguinte, ela não acreditava! Acordava com o galo cantando e com a luz do sol que atravessava a janela e iluminava o seu rosto. Só que o sorriso de Marcela ao dar por isso, iluminava ainda mais a sua face. Para muitos, o amanhecer era apenas uma rotina. Para ela, razão de gratidão e felicidade.
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