Feeds RSS

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Sem definição




Bebo um café, me aqueço.
Escrevo um poema, me liberto.
Colocar para fora um grito abafado é o meu grande desafio.
Desanuviar a mente de toda sorte de desgraça é a meta que tracei.
Procurar algo de concreto em meus devaneios é utopia, mas buscar a realização dos meus sonhos, isso é atitude.
Não sigo padrões, sigo meu ritmo.
Não caminho pelos passos dos outros, crio meu próprio destino. Ora, como inventora do meu próprio futuro, tenho o poder de mudar o amanhã e olhar com olhos experientes o ontem que se foi e jaz num passado que preciso deixar para trás.
Morro e revivo a cada letra, a cada vírgula. Me alegro e me entristeço a cada verso, a cada prosa. Choro e sorrio. Sou sã, sou insana. Sou tudo, sou nada. Sou todas as coisas e ao mesmo tempo careço de tudo. Sou parte do mundo, mas nasci com o privilégio de carregá-lo aqui, dentro de mim. Então, o que realmente sou? Ah! O que sou... Eu poderia passar a vida inteira tentando me definir e não chegaria a conclusão alguma. Esqueça o que sou ou o que você pensa que sou. Lembre-se apenas das boas impressões que deixo carinhosamente em seu coração. 


Line S2